Programação orientada a objetos: Component Object Model, Orientação a objetos, Padrão de projeto de software, Factory Method, Classe, Singleton (Portuguese Edition)
Book Details
Author(s)Fonte: Wikipedia
PublisherBooks LLC, Wiki Series
ISBN / ASIN1232525405
ISBN-139781232525400
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MarketplaceUnited States 🇺🇸
Description
Fonte: Wikipedia. Páginas: 49. CapÃtulos: Component Object Model, Orientação a objetos, Padrão de projeto de software, Factory Method, Classe, Singleton, Polimorfismo, Abstract Factory, Framework, Prototype, Builder, Kumbia PHP Framework, Despacho múltiplo, Encapsulamento, Composite, Mediator, Aquisição de Recurso é Inicialização, Refatoração, Metaclasse, Composição de objetos, Objeto imutável, PrincÃpio da substituição de Liskov, ArgoUML, Visitor Pattern, Chain of Responsibility, Construtor, Observer, Instância, Command, Annotation, Bridge, Sobrecarga, Atributo, Herança, Convenção sobre configuração, Inversão de controle, Abstração, Memento, Ligação dinâmica, Injeção de dependência, Método, Método abstrato, Strategy, Container, Adapter, Componente de software, COM+, Modificador de acesso, Herança múltipla, Método virtual, Destrutor, State, Lógica de negócio, Active Template Library, Expert, Interpreter, RealBasic, Propriedade, Redefinição de métodos, Associação, Mensagem. Excerto: Component Object Model (COM) é uma plataforma da Microsoft para componentes de software lançada em 1993. Ela é usada para permitir a comunicação entre processos e a criação dinâmica de objetos em qualquer linguagem de programação que suporte a tecnologia. O termo COM é freqüentemente usado no desenvolvimento de software para se referir a um grupo de tecnologias que incluem OLE, OLE Automation, ActiveX, COM+ e DCOM. Apesar de introduzido em 1993, a Microsoft não iniciou a divulgação ampla do nome antes de 1997. Em sua essência, a COM é uma forma independente de linguagem de programação de implementar objetos de forma que eles possam ser utilizados em diferentes ambientes dos quais foram criados, mesmo entre diferentes máquinas e arquiteturas. A COM permite a reutilização de objetos sem o conhecimento de sua implementação interna pois força o desenvolvedor a fornecer uma interface bem definida, que está separada da implementação. As diferentes semânticas na alocação de memória entre lin...










