Badezir (Portuguese Edition)
Book Details
Author(s)MILOS KRÀVANTZ
ISBN / ASINB00EW6JU18
ISBN-13978B00EW6JU13
Sales Rank1,828,657
MarketplaceUnited States 🇺🇸
Description
No inÃcio do século XX, alguns exploradores encontraram na Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro, Brasil, inscrições rupestres de origem não facilmente identificável.
Lenda ou não, estudos posteriores apontaram serem caracteres fenÃcios, formadores de um depoimento, traduzido para “Badezir, rei de Tiro, Primogênito de Jethbaalâ€.
Badezir, soberano de Tiro, cidade-estado da FenÃcia, reinou no primeiro milênio antes de nossa era (cerca de 800 a.C.), e pouco dele sabemos. Os indÃcios encontrados, entretanto, lançam-no à glória de ter empreendido uma das mais fantásticas viagens transoceânicas de todos os tempos.
A pedra, para quem passa pelas proximidades - particularmente pelo Alto da BoaVista -, curiosamente mostra o rosto de um homem de costas para o mar, como se negasse o meio pelo qual os viajantes costumavam descobrir novos mundos no passado.
Ou talvez o olhar monolÃtico da imagem sugira estender-se ansiosamente geográfico, buscando o distante hemisfério norte.
Enfim, o observador recebe influências que provocam reflexões e não há como sentir-se alheio à visão daquele imponente rosto, pétreo, um tanto desfigurado pela ação do tempo, com um quê fúnebre a marcar acontecimentos perturbadores.
E a melhor posição para observar o rosto desse hipotético - quem sabe? - rei fenÃcio é um lugar com um sugestivo nome: Açude da Solidão.
Lenda ou não, estudos posteriores apontaram serem caracteres fenÃcios, formadores de um depoimento, traduzido para “Badezir, rei de Tiro, Primogênito de Jethbaalâ€.
Badezir, soberano de Tiro, cidade-estado da FenÃcia, reinou no primeiro milênio antes de nossa era (cerca de 800 a.C.), e pouco dele sabemos. Os indÃcios encontrados, entretanto, lançam-no à glória de ter empreendido uma das mais fantásticas viagens transoceânicas de todos os tempos.
A pedra, para quem passa pelas proximidades - particularmente pelo Alto da BoaVista -, curiosamente mostra o rosto de um homem de costas para o mar, como se negasse o meio pelo qual os viajantes costumavam descobrir novos mundos no passado.
Ou talvez o olhar monolÃtico da imagem sugira estender-se ansiosamente geográfico, buscando o distante hemisfério norte.
Enfim, o observador recebe influências que provocam reflexões e não há como sentir-se alheio à visão daquele imponente rosto, pétreo, um tanto desfigurado pela ação do tempo, com um quê fúnebre a marcar acontecimentos perturbadores.
E a melhor posição para observar o rosto desse hipotético - quem sabe? - rei fenÃcio é um lugar com um sugestivo nome: Açude da Solidão.
