CULTURA DA POBREZA & CULTURA DA RIQUEZA: OS RICOS CADA VEZ MAIS RICOS; OS POBRES CADA VEZ MAIS POBRES (Portuguese Edition) Buy on Amazon

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CULTURA DA POBREZA & CULTURA DA RIQUEZA: OS RICOS CADA VEZ MAIS RICOS; OS POBRES CADA VEZ MAIS POBRES (Portuguese Edition)

Book Details

ISBN / ASINB00J1K4M90
ISBN-13978B00J1K4M90
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Description

(a5, 120 páginas) - Aqui nesse livro “CULTURA DA POBREZA & CULTURA DA RIQUEZA” não estaremos tratando do problema daquela pobreza e/ou exclusão socioeconômica identificada, pela “Organização das Nações Unidas para Agricultura e para Alimentação” (FAO), como o mesmo que “estado de pobreza extrema, isto é, miséria”, caracterizada, nesse sentido, entre muitas outras coisas:
1-Pela exclusão do direito à educação;
2-Pela ausência do exercício da “vida (profissional) ativa”, ou seja, pela exclusão do acesso à renda por meio da exclusão do mercado de trabalho;
3-Pela carência de alimentos (nutritiva), etc., que tem assolado, no alvorecer do século XXI, mais de um bilhão de pessoas ou aproximadamente 20% da população do planeta, estando estas situadas em países pobres e/ou ditos subdesenvolvidos da África, Ásia e America do sul, etc.
Não estaremos tratando aqui, também, do problema daquela pobreza e/ou dita exclusão socioeconômica que é, em sentido micro ou macro, entendida como sendo originada especificamente de fatores subjetivos ou particulares, ditos específicas de cada indivíduo, como por exemplo:
1-Da suposta dita “preguiça”;
2-Da suposta “falta de inteligência”;
3-Da suposta falta “de competências e/ou habilidades individuais”;
4-Do suposto azar e/ou da dita falta de sorte”;
5-Do suposto pecado, como os capitalistas, ao longo da história, sempre tem se utilizado para, dissimulada e ideologicamente, justificarem a exclusão socioeconômica de muitos, no sentido macro, e a inclusão de poucos, no sentido micro, em suas sociedades.
Ou seja, estaremos tratando aqui nesse trabalho, como também em todos da série “segredos da prosperidade”, do problema daquela pobreza e/ou exclusão socioeconômica, frise-se:
1-Que, no sentido macro, há séculos e décadas, perpetua-se entre a dita “população ativa”; ou seja, entre aquela população constituída de proletários com empregos ditos formais (ou informais) e que, segundo o IPH (índice de pobreza humana) e o IDH (índice de desenvolvimento humano), encontra-se na linha de pobreza (e não abaixo dela), sem, entretanto, por fatores culturais, envolvendo hábitos e/ou costumes, consequências da alienação historicamente sofrida, conseguirem, enquanto grupo e/ou classe social paradoxal à burguesia, sair dela, perpetuando-se na condição de pobres e/ou excluídos sociais;
2-Que é fruto exclusivamente das políticas econômicas de concentração de capital cada vez mais nas mãos de poucos, os escravocratas do capital, específicas do sistema capitalista, presente nas sociedades capitalistas contemporâneas, provocando-se, assim, a exclusão socioeconômica de muitos e a inclusão de poucos.
Estaremos tratando aqui do caráter ideológico e paradoxal das culturas, chamadas aqui especificamente de “cultura da pobreza & cultura da riqueza”, sintetizadas e entendidas estas como sendo o mesmo que:
“Valores ideológicos do capital que fazem com que, culturalmente, eternize-se o “status quo” da exclusão social em escala planetária.”
Sendo assim, vale dizer também que não estaremos tratando daquela pobreza que assola um ou uma pequena parcela de indivíduos, nem tampouco daquela pobreza que se qualifica e se especifica como sendo o mesmo que “Estado de Miserabilidade”.
Em outras palavras, estaremos tratando daquela pobreza que abrange as massas, tanto as de proletários, com empregos formais, tanto quanto daqueles que não estão, segundo os órgãos estatísticos, identificados como agentes sociais e/ou como geradores de prosperidade, colocados à margem social, muitas vezes como desempregados, vivendo na dita informalidade ou de subempregos, mas, que, mesmo assim, de alguma forma, conseguem constituir algum tipo de renda familiar, mantendo-se, desse modo, dentro da chamada “Linha de Pobreza” e não “abaixo dela”, fazendo parte da chamada população ativa.

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