Pedagogia Empresarial: As organizações como espaço-tempo de ensino-aprendizagem (Portuguese Edition)
Book Details
Author(s)Cleberson Eduardo da Costa
ISBN / ASINB01CMFKBE0
ISBN-13978B01CMFKBE9
Sales Rank99,999,999
MarketplaceUnited States 🇺🇸
Description
(a5, 103 páginas) - É correto dizer que, no mundo de hoje, alvorecer do século XXI, a empresa que não aprende nem cria novos conhecimentos, isto é, que não coloca os seres humanos que dela participam em situações interativas e dialógicas constantes de ensino-aprendizagem, está destinada a morrer.
Talvez alguns desavisados, nesse momento, diante da afirmação anterior, perplexos, perguntem-se: Ora, mas desde quando é a empresa uma instituição educativa?
Pode-se dizer que, tirando-se os diferentes objetivos, de certa forma, desde sempre. Ou seja, as empresas não são os seus prédios, as suas máquinas, etc.: são as pessoas.
Nesse sentido, para que as empresas sobrevivam é necessário que as pessoas que dela fazem parte possam ser capazes de aprender não somente pensamentos, mas também a pensar, o que implica serem capazes de:
1- Gerarem mudanças significativas;
2- Criarem soluções criativas;
3- Produzirem riquezas;
4- Resolverem múltiplos e diversos problemas inusitados que, diuturnamente, sempre surgem nas mesmas.
Em outras palavras, as organizações são ou devem ser o mesmo que escolas ou universidades empresariais, embora muitos ditos líderes ainda não consigam compreender.
As empresas de hoje precisam de profissionais intelectualmente autônomos ou emancipados e não mais meramente treinados como outrora, isto é, precisam estar vivas: serem “time-space” (tempo espaço) de pesquisas e relações de ensino-aprendizagem para não morrerem (ao ficarem analfabetas para o mercado).
Diante desse cenário, surge aí então a necessidade do pedagogo empresarial.
Pergunta-se:
1- Mas o que é a pedagogia empresarial?
2- Qual é ou deve ser a função do pedagogo empresarial dentro das organizações?
Essas são algumas das muitas e importantes questões que levantaremos e responderemos ao longo deste trabalho.
Talvez alguns desavisados, nesse momento, diante da afirmação anterior, perplexos, perguntem-se: Ora, mas desde quando é a empresa uma instituição educativa?
Pode-se dizer que, tirando-se os diferentes objetivos, de certa forma, desde sempre. Ou seja, as empresas não são os seus prédios, as suas máquinas, etc.: são as pessoas.
Nesse sentido, para que as empresas sobrevivam é necessário que as pessoas que dela fazem parte possam ser capazes de aprender não somente pensamentos, mas também a pensar, o que implica serem capazes de:
1- Gerarem mudanças significativas;
2- Criarem soluções criativas;
3- Produzirem riquezas;
4- Resolverem múltiplos e diversos problemas inusitados que, diuturnamente, sempre surgem nas mesmas.
Em outras palavras, as organizações são ou devem ser o mesmo que escolas ou universidades empresariais, embora muitos ditos líderes ainda não consigam compreender.
As empresas de hoje precisam de profissionais intelectualmente autônomos ou emancipados e não mais meramente treinados como outrora, isto é, precisam estar vivas: serem “time-space” (tempo espaço) de pesquisas e relações de ensino-aprendizagem para não morrerem (ao ficarem analfabetas para o mercado).
Diante desse cenário, surge aí então a necessidade do pedagogo empresarial.
Pergunta-se:
1- Mas o que é a pedagogia empresarial?
2- Qual é ou deve ser a função do pedagogo empresarial dentro das organizações?
Essas são algumas das muitas e importantes questões que levantaremos e responderemos ao longo deste trabalho.










