DUAS TAÇAS DE VOLÚPIA: Um romance sobre a justiça do amor (Portuguese Edition) Buy on Amazon

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DUAS TAÇAS DE VOLÚPIA: Um romance sobre a justiça do amor (Portuguese Edition)

Book Details

ISBN / ASINB074RZNPJ4
ISBN-13978B074RZNPJ7
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Description

(A5, 138 PÁGINAS)
I
“DUAS TAÇAS DE VOLÚPIA – um romance sobre a justiça do amor” – é uma pequena obra-prima.
Para o eu lírico do autor, “o amor recíproco (amar e ser amado) é da ordem do milagre”; é um “ressuscitar para a vida”. Ou seja, quem ainda não o recebeu está apenas sobrevivendo e não vivendo: está morto para a verdadeira felicidade.
O autor, todavia, faz-nos também pensar que “não se deve perder a esperança”; que “é preciso ter fé”; que “é preciso manter o coração sincero e puro para que um dia possamos vir a ser agraciado por ele”. Entretanto, deixa uma pergunta no ar: o verdadeiro amor é de fato sempre fiel?
II
Através da narração de uma imprevisível e emocionante estória de amor vivida entre um homem de negócios e uma humilde vendedora, o autor faz-nos pensar sobre a necessidade que todos nós temos de um dia virmos a encontrar um amor recíproco.
É um livro que aborda temas como poligamia, poliamor, promiscuidade e relações de consumo de pessoas como se estas fossem coisas, mas ao mesmo tempo fortalece e/ou renova as nossas esperanças no encontro da felicidade.
Nas palavras do autor:
“O amor, ainda que tardio, rouba-nos da tristeza... e devolve-nos à felicidade...;
O amor, ainda que tardio, por ser o princípio e a essência da vida, ao encontrar-nos fruta consumida..., caroço lançado fora, coloca-nos outra vez na condição de semente...; faz-nos germinar novamente: faz-nos darmos frutos até mesmo onde se dizia só haver desertos...;
O amor, ainda que tardio, livra-nos de quem não tem, nunca teve, e nem nunca terá a fiel intenção ou capacidade de amar-nos...;
O amor, ainda que tardio, coloca-nos como relíquia, como preciosidade, no caminho daquele (a) que, também já cansado (a) de se perder, segue destemido (a) na contramão da solidão;
O amor, assim como a justiça de Deus, mesmo muitas vezes parecendo cego, surdo e mudo, algumas vezes até tarda, mas nunca, nunca falha...”







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