caminhos da humanização e da emancipação intelectual (Portuguese Edition)
Book Details
Author(s)cleberson eduardo da costa
ISBN / ASIN1479240680
ISBN-139781479240685
MarketplaceFrance 🇫🇷
Description
“CAMINHOS DA HUMANIZAÇÃO & DA EMANCIPAÇÃO INTELECTUAL” nasceu a partir de uma releitura, nasceu a partir da necessidade de se dar um novo sentido ao paradoxo existente entre o pensamento de dois grandes filósofos: Aristóteles, pensador de origem Macedônica, discípulo divergente de Platão, da Grécia antiga, (a.c); e Jean Paul Sartre (1905-1980) filósofo existencialista do século XX. Epistemologicamente, tal problemática está situada entre duas distintas teorias dos ser: A de Aristóteles, centrada nas concepções do Ato e da Potência, caracterizadas nas finalidades do ser, ou seja, do que o ser pode vir a ser a partir do que se é; E a concepção de Sartre, contrária a de Aristóteles, que preconiza que o ser é o que é, ou seja, que não é um ser fechado em si, em uma natureza, mas aberto para uma condição humana. O novo sentido, a releitura, consiste exatamente num estudo mais aprofundado, especificamente no que diz respeito às concepções Aristotélicas de homem, em que se vislumbra, descobre-se, dois diferentes sentidos para o termo finalidade: O primeiro como objetivo (alvo a ser alcançado); O segundo como fim a que algo se destina (predeterminação). O que se desvenda é que, todos os outros seres, na teoria do Ato e da Potência de Aristóteles, diferentemente do homem, estão concebidos como sendo seres irracionais, e, portanto, dentro de uma concepção de finalidade, pela natureza, determinista ou pré-determinista. Todavia, quanto ao homem, há uma finalidade, mas não como predeterminação, e sim como alvo a ser atingido. Ou seja, existe algo em aberto, um “que fazer” humano, uma condição que precisa ser atingida para que o homem se torne homem de fato, muito além dele simplesmente nascer homem, crescer e morrer. Aristóteles definia o homem como um ser racional por natureza (mas como alvo a ser alcançado e não no sentido de determinação) e considerava a atividade racional, o ato de pensar, como a essência dessa dita finalidade, isto é, como o poder viver de acordo com a sua razão. Dizia ele que, para ser feliz, para realizar-se enquanto homem, essa razão deveria comandar os atos da sua conduta ética, orientando-o na prática da virtude.










